O parque arqueológico de Phimai – pode encontrar mais aqui – representou o derradeiro vértice dos antigos reinos a norte de Bangkok. Apesar de Phimai, não ter a dimensão de Sukhothai nem a magnificência de Ayutthaya o seu estado de conservação é muito superior. Por esse motivo, em Phimai não é necessário imaginar como seria, aqui vemos realmente como era.
No parque natural de Khao Yai – pode encontrar mais aqui – penetrei pela primeira vez num ambiente de selva, encontrando um ambiente extremamente húmido, uma vegetação verde e densa, chuvas torrenciais, cascatas de águas barrentas, várias espécies de pássaros, macacos, incontáveis e saltitantes sanguessugas, veados, um crocodilo, um furão e um elefante no meio da folhagem.
À semelhança de Sukhothai, em Ayutthaya – pode encontrar mais aqui – pedalámos em busca dos “ossos vivos” do passado, encontrando múltiplos templos – sendo estes mais impressionantes, dado o seu estado de conservação – e a quatro quilómetros do centro da cidade, vestígios da presença portuguesa da altura dos Descobrimentos.
Nas imediações da pequena cidade de Sukhothai – pode encontrar mais aqui – ao visitar o nosso primeiro parque arqueológico, pudemos encontrar múltiplos vestígios – templos, colunas e estupas construídas em tijolo e incontáveis estátuas de Buda – do antigo coração do império Thai, primeira capital de Siam, fundada pelo rei Ramkhamhaeng.
Na dourada capital do norte, Chiang Mai – pode encontrar mais aqui – experienciei vários momentos inesquecíveis: a visita ao reino dos tigres; o primeiro encontro com a maravilhosa gastronomia tailandesa e a aula de culinária; o reencontro com Sam; o loop de scotter em redor da cidade na companhia de Kristian; mas principalmente, foi aí que recebi a visita de M. com quem visitei os múltiplos e ricos templos da cidade, onde tudo brilha e reluz como o ouro. Bem vindos à face rica da Tailândia.
O Mekong – pode encontrar mais aqui – foi o meu último destino no Laos e durante dois dias naveguei em direção à Tailândia observando a paisagem – as margens cheias de vegetação, a inexistência quase total de aldeias, o largo, castanho e barrento rio que nalgumas zonas estava repleto de rochas parcialmente submersas – e a vida a bordo – onde existia uma mescla de turistas e nativos, em que se destacavam as sorridentes crianças, famílias inteiras a dormirem no soalho de madeira e pessoas a desembarcarem saltando para as lamacentas margens.
Vientiane, a capital do Laos – pode encontrar mais aqui – foi uma cidade cheia de boas recordações e memórias, tendo sempre algumas palavras chave, associadas: o todo poderoso Mekong; a sensação singular que tive ao Meditar pela primeira vez na vida; o Dinheiro que ganhei, fruto de câmbios sucessivos entre a moeda local e o dólar e foi aí que me despedi do Zhou. Goodbye, Zhou! Goodbye, my “crazy” friend! Goodbye, my good friend!
Na vila/cidade de Vang Vieng – pode encontrar mais aqui – comi inúmeros e deliciosos crepes, visitei pelo menos três ou quatro grutas espetaculares – tendo a oportunidade de fazer tubing numa delas; fiz canoagem; entediei-me… deu para tudo, inclusivamente… para refletir sobre as presunções que por vezes surgem na mente de alguns viajantes.
Nos arredores de Phonsavanh – pode encontrar mais aqui – visitei os campos arqueológicos da misteriosa planície dos Jarros e na companhia de Zhou vivi momentos insólitos, inúmeras aventuras e “voei” qual uma graciosa águia.
A visita à cascata de Kuangsi – pode encontrar mais aqui – realizou-se depois de uma noite de recuperação da malfadada bactéria. Apesar de nesse dia, o vigor físico não estar no auge, todo o enquadramento da beleza natural – a grandeza da cascata e dos seus três patamares, a luxuriante e verde paisagem, as múltiplas piscinas de água azul cristalina – fizeram com que a visita, vale-se de facto a resilência.





