Uma Geografia. Uma Fotografia: Taman Negara

TamanNegara_BlogTaman Negara – pode encontrar mais aqui – é o maior e mais importante parque natural de toda a Malásia, uma vez que aí que se localiza a floresta primária mais antiga de todo o planeta. No parque natural, experienciei um trekking me levou para um reino de humidade elevadíssima, sanguessugas, suor abundante, lama, riachos e travessias em estreitas pontes, clorofila, árvores milenares, serpentes venenosas, rochas estranhas e belas. Penetrando cada vez mais profundamente na selva, pernoitei na deserta e grande caverna de Kepayang Besar, sendo essa uma das noites mais primitivas e memoráveis de toda a viagem – os morcegos, as sombras projetadas nas paredes da caverna, a fogueira, a partilha ao serão, o ambiente íntimo e a solidão de estarmos completamente sós naquele pedaço de selva. A selva antiga e primitiva de Taman Negara!

Uma “Geografia”. Uma Fotografia: Bandar Seri Begawan

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Na capital do Brunei Darassulam – pode encontrar mais aqui – conheci um simpático casal de espanhóis – Javier e Esther. Juntos, saboreámos, vimos e sentimos as suas diferentes facetas: as fabulosas e grandiosas mesquitas, a deliciosa comida de rua, as matinais e maquinais paradas da polícia, passeámos de barco no rio, Sungai Brunei, visitando o coração da antiga capital – o bairro de Kampung Ayer – à devida distância, o “absurdo” palácio da família real – Istana Nurul Iman – e um manguezal onde tentámos caçar fotografias de barrigudos macacos proboscis.

Uma “Geografia”. Uma Fotografia: Bangkok

Bangkok_BlogEm Bangkok – pode encontrar mais aqui – fiquei com sensação que apesar de vasta, a cidade não é caótica. Em termos de templos, os destaques vão para: o Wat Pho, local onde “nasceram” as famosas massagens tailandesas; o Wat Arun onde existem estupas de inclinações absolutamente vertiginosas e o Wat Phra Kaew – templos no complexo do Grande Palácio – que é o mais impressionante não apenas da cidade como de todo o país. A capital também me fica na memória, relativamente às papilas gustativas e foi assim que saí da cidade… a querer regressar um dia e voltar a mergulhar em toda a sua gama de cores, cheiros e sabores.

Uma “Geografia”. Uma Fotografia: Mekong

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O Mekong – pode encontrar mais aqui – foi o meu último destino no Laos e durante dois dias naveguei em direção à Tailândia observando a paisagem – as margens cheias de vegetação, a inexistência quase total de aldeias, o largo, castanho e barrento rio que nalgumas zonas estava repleto de rochas parcialmente submersas – e a vida a bordo – onde existia uma mescla de turistas e nativos, em que se destacavam as sorridentes crianças, famílias inteiras a dormirem no soalho de madeira e pessoas a desembarcarem saltando para as lamacentas margens.

Uma “Geografia”. Uma Fotografia: Vientiane

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Vientiane, a capital do Laos – pode encontrar mais aqui – foi uma cidade cheia de boas recordações e memórias, tendo sempre algumas palavras chave, associadas: o todo poderoso Mekong; a sensação singular que tive ao Meditar pela primeira vez na vida; o Dinheiro que ganhei, fruto de câmbios sucessivos entre a moeda local e o dólar e foi aí que me despedi do Zhou. Goodbye, Zhou! Goodbye, my “crazy” friend! Goodbye, my good friend! 

Uma “Geografia”. Uma Fotografia: Vang Vieng

VangVieng_BlogNa vila/cidade de Vang Vieng – pode encontrar mais aqui – comi inúmeros e deliciosos crepes, visitei pelo menos três ou quatro grutas espetaculares – tendo a oportunidade de fazer tubing numa delas; fiz canoagem; entediei-me… deu para tudo, inclusivamente… para refletir sobre as presunções que por vezes surgem na mente de alguns viajantes.

Uma “Geografia”. Uma Fotografia: Luang Prabang

LuangPrabang_Blog

Na antiga capital dourada de Luang Prabang e centro cultural do país – pode encontrar mais aqui – reencontrei o rio Mekong, assisti ao ritual matinal e diário dos monges açafrão, levei uma sova de uma bactéria e nas suas imediações visitei a cristalina cascata de Kuangsi.

Uma “Geografia”. Uma Fotografia: Muang Ngoi

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Na pequeníssima e sonolenta vila de Muang Ngoi – pode encontrar mais aqui – e que parece já não ser deste século, regressei a um tempo em que praticamente tudo parou. Em redor da vila visitei uma gruta negra como breu e bonitos arrozais, vi pela primeira vez monges de vestes laranjas, comi divinalmente e… cheguei ao Paraíso.

Uma “Geografia”. Uma Fotografia: Nong Khiaw

NongKhiaw_Blog

Na pequena vila ribeirinha de Nong Khiaw – pode encontrar mais aquifiz travessias de barco no rio Nam Ou, visitei uma gruta histórica dos tempos da Guerra do Vietname, esperei durante hoooooras por uma boleia que nunca se concretizou e fui polícia sinaleiro de pintainhos.

Uma “Geografia”. Uma Fotografia: Xing Ping

Xing-Ping_BlogEm Xing Ping – pode encontrar mais aqui – tive múltiplos momentos memoráveis, principalmente os passeios de bicicleta, a  e de barco pela vila e verdes arredores onde despontavam colinas singulares e o encontro com pessoas muito amistosas, entre elas uns camponeses que eram um perfeito retrato vivo da China rural.