Uma Geografia. Uma Fotografia: Moni

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De Labuan Bajo parti para a vila de Moni – pode encontrar mais aqui -, nas imediações de verdes florestas, arrozais e do vulcão Kelimutu. Durante a minha estadia, passeei com um ojek, observei o processo de tecelagem de ikat´s, visitei casas tradicionais, túmulos e campas na aldeia de Jopu, vi uma bonita cascata no meio da floresta e tomei um relaxante banho nas hot springs locais.

Uma Geografia. Uma Fotografia: Danau Maninjau

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No lago de Maninjau – pode encontrar mais aqui – tive a companhia de Manu e juntos observámos as mudanças fascinantes da paisagem – os dias amanheciam claros, radiosos e dourados e à medida que as horas passavam o céu começava a cobrir-se de nuvens e sombras, a ponto de parecer que estávamos num local, completamente distinto; visitámos uma cascata no meio da floresta, na qual tomámos banho pelados e para lá chegar percorremos um trilho verde e lamacento, junto a um pequeno riacho; comunicámos com uns camponeses no meio de um arrozal, graças ao seu i-phone… em Maninjau, tive a oportunidade de falar muitas horas com o Manu e ver quão semelhantes somos em tantas coisas, mas principalmente ao ouvir parte da sua história de vida, ganhei a noção de como as pessoas podem realmente mudar.

Uma Geografia. Uma Fotografia: Toba Ocidental

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Após o repasto de Tanging, partimos para a margem oeste do lago Toba – pode encontrar mais aqui – e ao percorrê-la, encontrei: uma paisagem de neblina a correr em verdes colinas e encostas, árvores, múltiplas cascatas, pintainhos, casas Batak, tecelagem de ikat´s tradicionais, pequenas aldeias repletas de amistosos nativos e alegres crianças e… tive o privilégio de assistir a uma importante cerimónia Batak – que ocorre de dez em dez anos – onde a dança e a música assumiam um ritmo absolutamente hipnótico.

Uma Geografia. Uma Fotografia: Tanging

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Depois da paragem tribal em Dokan, a viagem até ao lago Toba continuou. No caminho pude observar a beleza natural – uma gigantesca cascata, o azul do lago, os verdes dos montes e dos pinheiros, os amarelos das flores – que rodeava a aldeia de Tanging – pode encontrar mais aqui. Aí, para além de observar uma curiosa pescaria, deliciei-me com um fresquíssimo peixe na grelha, acompanhado de um picante caseiro bombástico e descobri o “fabulástico” sumo de abacate, que se tornou uma espécie de revelação.

Uma “Geografia”. Uma Fotografia: Pulau Langkawi

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Langkawi – pode encontrar mais aqui – ficará associada ao extenso areal da praia de Pantai Cenang e aos seus fotogénicos crepúsculos; à escrita; aos agradáveis serões na companhia das Americanas e às panorâmicas visões do topo da montanha de Mat Cincang, donde pudemos observar quão verde era a ilha, a grande cascata de Temurun, o azul do mar, as bonitas baías e enseadas, e a vasta quantidade de ilhas e ilhotas em nosso redor.

Uma “Geografia”. Uma Fotografia: Khao Yai

KhaoYai_BlogNo parque natural de Khao Yai – pode encontrar mais aqui – penetrei pela primeira vez num ambiente de selva, encontrando um ambiente extremamente húmido, uma vegetação verde e densa, chuvas torrenciais, cascatas de águas barrentas, várias espécies de pássaros, macacos, incontáveis e saltitantes sanguessugas, veados, um crocodilo, um furão e um elefante no meio da folhagem.

Uma “Geografia”. Uma Fotografia: Chiang Mai

ChiangMai_BlogNa dourada capital do norte, Chiang Mai – pode encontrar mais aqui – experienciei vários momentos inesquecíveis: a visita ao reino dos tigres; o primeiro encontro com a maravilhosa gastronomia tailandesa e a aula de culinária; o reencontro com Sam; o loop de scotter em redor da cidade na companhia de Kristian; mas principalmente, foi aí que recebi a visita de M. com quem visitei os múltiplos e ricos templos da cidade, onde tudo brilha e reluz como o ouro. Bem vindos à face rica da Tailândia.

Uma “Geografia”. Uma Fotografia: Cascata de Kuangsi

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A visita à cascata de Kuangsi – pode encontrar mais aqui – realizou-se depois de uma noite de recuperação da malfadada bactéria. Apesar de nesse dia, o vigor físico não estar no auge, todo o enquadramento da beleza natural – a grandeza da cascata e dos seus três patamares, a luxuriante e verde paisagem, as múltiplas piscinas de água azul cristalina – fizeram com que a visita, vale-se de facto a resilência.

Uma “Geografia”. Uma Fotografia: Luang Nam Tha

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Vindo da monumentalidade da China – pode encontrar mais aqui – chegar ao Laos e a Luang Nam Tha foi uma mudança de paradigma. Nos arredores da vila/cidade encontrei verdes arrozais, cidadãos simpáticos e afáveis, cascatas, nativos a banharem-se no rio, pequenas aldeias, estradas de terra e lama… e um silêncio bastante singular.

Os Terraços Perfeitos de Batad

De Bontoc parti bem cedo para Banaue e durante a viagem aproveitei para tirar fotografias à fantástica paisagem de verdes vales e montanhas. Na chegada à famosa vila, dirigi-me ao posto de turismo, onde fiz algumas perguntas e fruto da informação recolhida, decidi aí guardar o “monstrinho” e partir o mais rapidamente possível para a aldeia de Batad, uma vez que o plano consistia em dormir lá e regressar a andar (trekking) no dia seguinte

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Ainda no centro da vila de Banaue, encontrei o Sonafel Lodge donde fiquei a observar a bonita e verde paisagem, a atualizar o caderno e onde conheci a simpática dona, Susana – que gostava de pintar – com quem fiquei a conversar durante algum tempo. Quando me dirigi para o jeepney, o mesmo já estava totalmente lotado e rapidamente percebi que para ter uma viagem minimamente confortável, teria que viajar no tejadilho – tal como acontecera na ilha de Palawan. Desse modo, depois de comprar mantimentos – tanto sólidos, como hídricos – e um delicioso halo-halo, sentei-me o mais confortavelmente possível e fruto do intenso calor, pûs o fiel keffieeh na cabeça. 🙂

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Eram 14.00 quando arrancámos e nesse momento fiquei bastante espantado, uma vez que a partida, apenas estava marcada para as 15.00! Pelos vistos nas Filipinas os transportes – apenas carrinhas e jeepney´s – podem partir adiantados! 😛 A travessia de aproximadamente vinte quilómetros, montanha acima durou aproximadamente uma hora e no topo de uma colina poeirenta, o jeepney estancou. Fim da estrada, fim da linha, e na altura de sair do bólide, o valor do “bilhete” pareceu-me excessivamente inflacionado. :/ Como a estrada até à aldeia de Batad se encontra em construção, a única solução possível foi descer a montanha a andar. Quando encontrei uma placa que indicava: “Welcome to BATAD (….) 1100 m Elevation”, soube que estava perto do meu destino e segui alegremente. 🙂

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Na entrada da vila, encontrei um rudimentar posto de turismo e rapidamente tentei perceber quanto custaria contratar um guia para regressar a Banaue. Depois de poucos minutos de conversa, percebi que os valores eram elevados, mas que estavam totalmente nivelados e se realmente queria fazer o trekking (e queria!), não havia outra alternativa senão pagar que estava definido. Ao falar mais longamente com um dos guias, Jerr, consegui baixar ligeiramente o valor inicial e percebi que ele me acompanharia durante meio trajeto: Batad – Cambulo – Pula, uma vez que o trilho a partir dessa aldeia e até chegar a Banaue seria fácil de seguir. Finalizadas as negociações, ele levou-me até uma das guesthouses (Hillside Inn) e à entrada da mesma, combinámos reencontrar-nos no dia seguinte às 7.30, selando o nosso acordo com um aperto de mão. 🙂

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Resolvidas as questões logísticas e depois de colocar a mochila no quarto, parti à descoberta da aldeia e da sua cascata. E se já na entrada da vila – miradouro do posto de turismo – a paisagem é impressionante, com os verdíssimos e viçosos terraços a fazer uma escada perfeita montanha acima! O que dizer, quando a caminho da cascata, nos embrenhamos no meio dos mesmos? Fascinante! 😀 No meio dos terraços, sentimos a sua grandeza e quando olhamos para baixo, vemos um anfiteatro perfeito a desenhar-se à frente dos nossos olhos… Espetacular! 😀 O caminho/trilho é feito no topo de terraços e por vezes o caminho torna-se menos óbvio, porém não é díficil de seguir 😉 e na parte terminal, o trilho para a cascata tem degraus bastante íngremes – como os mesmos têm alturas muito variáveis, à que seguir com cuidado e atenção. Quando estava quase, quase a chegar, suava abundantemente e mentalmente “disse”: “Espero que tenhas mais de vinte metros, senão fico *@$%&£!”. Finalmente, quando a vi, pensei: “Ok. Valeu a pena! 🙂 “, uma vez que a coluna de água conseguia mostrar alguma força e imponência. 😉 Da cascata, regressei ao centro da aldeia e sempre em sentido ascendente, subi degraus e mais degraus, continuando a tirar fotografias aos fotogénicos terraços de arroz, até a luz desaparecer e a escuridão total cair sobre Batad. A aldeia, no meio de verdes montanhas e de perfeitos terraços de arroz! 😀

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