Uma “Geografia”. Uma Fotografia: Bangkok

Bangkok_BlogEm Bangkok – pode encontrar mais aqui – fiquei com sensação que apesar de vasta, a cidade não é caótica. Em termos de templos, os destaques vão para: o Wat Pho, local onde “nasceram” as famosas massagens tailandesas; o Wat Arun onde existem estupas de inclinações absolutamente vertiginosas e o Wat Phra Kaew – templos no complexo do Grande Palácio – que é o mais impressionante não apenas da cidade como de todo o país. A capital também me fica na memória, relativamente às papilas gustativas e foi assim que saí da cidade… a querer regressar um dia e voltar a mergulhar em toda a sua gama de cores, cheiros e sabores.

Uma “Geografia”. Uma Fotografia: Sukhothai

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Nas imediações da pequena cidade de Sukhothai – pode encontrar mais aqui – ao visitar o nosso primeiro parque arqueológico, pudemos encontrar múltiplos vestígios – templos, colunas e estupas construídas em tijolo e incontáveis estátuas de Buda – do antigo coração do império Thai, primeira capital de Siam, fundada pelo rei Ramkhamhaeng.

Uma “Geografia”. Uma Fotografia: Vientiane

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Vientiane, a capital do Laos – pode encontrar mais aqui – foi uma cidade cheia de boas recordações e memórias, tendo sempre algumas palavras chave, associadas: o todo poderoso Mekong; a sensação singular que tive ao Meditar pela primeira vez na vida; o Dinheiro que ganhei, fruto de câmbios sucessivos entre a moeda local e o dólar e foi aí que me despedi do Zhou. Goodbye, Zhou! Goodbye, my “crazy” friend! Goodbye, my good friend! 

Uma “Geografia”. Uma Fotografia: Luang Prabang

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Na antiga capital dourada de Luang Prabang e centro cultural do país – pode encontrar mais aqui – reencontrei o rio Mekong, assisti ao ritual matinal e diário dos monges açafrão, levei uma sova de uma bactéria e nas suas imediações visitei a cristalina cascata de Kuangsi.

Surakarta. Templos e Resoluções

Momentos antes de apanhar o comboio para Surakarta, marquei um quarto no hotel Griya Surya aproveitando a ligação wi-fi da estação 🙂 e na chegada à cidade, o mesmo não desiludiu – limpo, bom colchão, ar condicionado, internet e pequeno-almoço incluído – sendo o único fator menos positivo a distância (cerca de cinco quilómetros) para o centro “histórico”.

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Na saída da guesthouse e depois de comer um bakso absolutamente divinal, o meu primeiro passo foi tentar encontrar agências de turismo para marcar o tour dos vulcões, porém rapidamente percebi que na cidade não havia muitas opções e que os preços encontrados em Yogyakarta eram muito mais competitivos (ver explicação no post scriptum). Continuei a caminhar até à avenida principal da cidade (Jalan Brigjen Slamet Riyadi) e por sorte encontrei uma agência de turismo, onde conheci o Mr. S. com que negociei longamente uma ida aos templos de Sukuh e Ceto, na manhã seguinte. Assim que este assunto ficou resolvido, liguei ao Mr. Ari (agente em Yogyakarta) a marcar o tour com a sua companhia, e a partir daí a minha semana ficou praticamente decidida.

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No restante tempo que estive na cidade de Surakarta, visitei o interessante mercado de antiguidades, fiz uma visita “semi guiada” ao Keraton Pura Mangkunegaran, comi deliciosa comida tradicional, abriguei-me várias vezes da chuva insistente e persistente, resolvi alguns assuntos importantes que estavam pendentes (marcação do voo para as Filipinas; de um hostel magnífico na ilha de Boracay e de outro na cidade de Surabaya, na noite anterior à partida), mas principalmente visitei a agradável e misteriosa paisagem nas encostas do Gunung Luwu (a temperatura mais fresca, o nevoeiro, as plantações de chá e de vegetais, as florestas de pinheiros…) e os templos que lá se localizam (no Candi Ceto, o destaque foram as múltiplas e engraçadas crianças que se encontravam no local a fazer uma visita de estudo; e quanto ao Candi Sukuh, que não achei nada erótico, destaco os relevos dos deuses e das deusas, as formas piramidais e a neblina existente). Depois da visita a Surakarta e arredores, o tour dos vulcões estava prestes a começar… 🙂

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P.S. – O turismo nas ilhas de Java e de Bali está montado, de modo ao vulcão Bromo ser um ponto intermédio nos grandes fluxos turísticos existentes: Yogyakarta – Bromo – Bali ou inversamente Bali – Bromo – Yogyakarta, e o que está entre estes locais “chave” cai no vazio/esquecimento (que é o caso da cidade de Surakarta).

Bailados e Danças em Yogyakarta

Às 11.30, estava de regresso ao hostel onde fiz finalmente o check-in e o meu primeiro passo foi tomar, finalmente um banho 😛 e lavar roupa. Durante a tarde, para além de repousar da ascensão, comecei a informar-me sobre tours para o vulcão Bromo e eventualmente para o vulcão Ijen (informação dada por Doni, aquando da minha estadia em Sintang), porém havia duas questões importantes. A companhia escolhida tinha de apanhar-me na cidade de Surakarta  meu próximo destino – e quando o tour terminasse, deixar-me em Surabaya   donde partiria para a ilha de Sulawesi.

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Nesse sábado à noite, na zona do templo de Prambanan assisti a um espetáculo de bailado/ballet Ramayana e o mesmo valeu bastante a pena. 🙂 A sua beleza residiu principalmente nos gestos dos bailarinos, ora delicados e precisos (que algumas vezes parecem robóticos), ora mais enérgicos. A iluminação, os trajes, a voz do narrador em sânscrito e o som dos instrumentos musicais, à semelhança da performance de Wuyang Kulit, ajudaram à difusão da magia e voltei a ser transportado para o mundo místico dos deuses hindus. 🙂

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No último dia em Yogyakarta, visitei o bonito Keraton (palácio do sultão), onde tive a oportunidade de ver mais um espectáculo de dança javanesa (quatro performances de dança mais curtas, com diferentes bailarinos) e o agradável museu de Sonobudoyo. Antes de voltar ao hostel onde tive uma tarde tranquila (arrumar a mala, organizar as fotografias e descansar…), voltei a comer pizza passados vários meses, mas no final fiquei ligeiramente desiludido com o sabor da  Pizza Hut. Enfim, nada como a comida indonésia tradicional! 😉

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Bangkok Days

Em Bangkok estivemos cinco dias e nos mesmos para além de visitarmos a cidade, aproveitámos para abrandar um pouco o ritmo da semana anterior e ter dias mais relaxados. 🙂 Para além disso e com a devida antecedência  quatro dias – comprámos o nosso bilhete de comboio para sul, rumo às famosas ilhas paradisíacas da Tailândia e ainda bem que o fizemos, pois à semelhança da China, parece que certos comboios esgotam facilmente.     

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Durante o tempo que estive na cidade, fiquei com sensação que a cidade é grande, mas que não é demasiado caótica, uma vez que nos conseguimos mover facilmente em transportes públicos – autocarros, barcos, metro… – e atravessar as estradas sem sermos atropelados quinze vezes. 😛  Relativamente aos “transportes”, apenas uma nota negativa. Por vezes chega a ser irritante recusar, centenas de vezes as ofertas dos famosos tuk-tuk´s e taxistas, mas penso que tal facto, já faz parte da tradição asiática. :/

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Na cidade visitámos bastantes templos, mas os destaques principais vão para: o  Wat Pho, templo onde “nasceram” as famosas massagens tailandesas e casa de um Buda gigantesco – em posição deitada – que tem a planta dos pés enfeitadas com detalhes madrepérola! Espetacular; o Wat Arun  templo do amanhecer – na margem Este do rio e onde existem estupas de inclinações absolutamente vertiginosas e temos a sensação de cair a pique! e o Wat Phra Kaew – templos no complexo do Grande Palácio. Antes de entrar e como estava de calções, tive que alugar umas calças e em rifa calharam-me umas “belas” calças tipo aladino que os ocidentais veneram quando chegam à Ásia. 😛 Depois da visita, fiquei com opinião que este é o templo mais impressionante de Bangkok e de todo o país. Monumental! 😀 E onde a riqueza é tão imensa e tão concentrada que chega a ser “sufocante”. Parece que o mesmo não nos dá um segundo de “sossego” para apreciar os detalhes seguintes, pois existe um estímulo visual constante e incessante – foi como sentir que estava a beber vinhos excecionais, uns a seguir aos outros mas de “penalty” e por isso os mesmos, não tinham tempo para respirar.

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Deu para visitar diferentes locais da cidade entre eles: Chinatown, Little India, o “infame” gueto mochileiro de Khao San Road que fiquei sem perceber qual o motivo de tanta fama; a moderna zona de Siam Square, os quarteirões adjacentes e alguns dos seus centros comerciais absolutamente gigantescos e delirantes – principalmente os de gadgets eletrónicos – onde comprei uma objetiva de elevada qualidade, em segunda mão, porque a objetiva que trouxe de Portugal estava com uns problemas de focagem e resolvi prevenir uma eventual “catástrofe”.

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Visitámos um dos maiores mercados da Ásia, o monumental mercado de fim-de-semana de Chatuchak, onde se pode comprar tudo, ou… quase tudo: animais, flores, vestuário novo e em segunda mão, loiças, recuerdos, bijuteria, quinquelharia, colchas, toalhas, almofadas, artesanato, pinturas, comida, relógios…enfim uma loucura! Tudo isto espalhado por uma área vastíssima, tanto ao ar livre como em recinto coberto. 🙂

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A cidade também fica na memória, para as nossas papilas gustativas e deixa-nos a salivar. Come-se muito e bem, uma vez que a cada esquina se encontra comida de rua deliciosa e baratíssima! Bangkok nesse aspecto é impressionante! E eu saí da cidade a gostar dela e a querer regressar – um dia – para voltar a mergulhar em toda a sua gama de cores, cheiros e sabores. 😀

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E tal como em Pequim e noutras cidades da China voltei a encontrar um metro anti-suicídio, mas desta vez feita, tenho a prova! 😉

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Vientiane? M.M.E.D.G.Z.

Muitas pessoas associam a capital do Laos, às palavras: tédio e desinteressante. Porém e ao contrário dessas pessoas, Vientiane, foi para mim uma cidade cheia de boas recordações e memórias. 🙂 E terá sempre algumas palavras chave, associadas: o todo poderoso Mekong e os finais de dia de sonho; a estranha sensação que tive ao Meditar pela primeira vez na vida – observar que a mente/cérebro/pensamento não param! Aliás, aprender que é impossível parar de pensar e apenas podemos abrandar esse fluxo e observar o que se está a pensar. É quase como se nos tornássemos espetadores do nosso pensamento/mente – acompanhado pelo Zhou; na Embaixada da Tailândia, apliquei pela primeira vez um formulário para obter o visto de entrada no país; ganhei algum Dinheiro, fruto de câmbios sucessivos entre o Kip e o Dólar – economia paralela e aqui me despedi do Zhou. Goodbye, Zhou! Goodbye, my “crazy” friend! Goodbye, my good friend! 😀

MEKONG

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MEDITAÇÃO

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     EMBAIXADA

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DINHEIRO

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     GOODBYE ZHOU

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Dívidas, Templos & Lady Boys

Depois da desilusão, voltámos ao quarto e eu perguntei ao Zhou se queria visitar o museu do palácio real e o Haw Prabang, ao que ele respondeu que ficaria a dormir. Como naquela altura, já me devia um milhão de kip – 100€ – e não se mostrava muito preocupado em pagar, o que me estava a deixar irritado – até porque já não “nos” restava muito dinheiro – resolvi levar o portátil comigo, não fosse o diabo tecê-las – afinal conhecia o Zhou há menos de duas semanas. O dinheiro custar-me-ia a engolir mas seria suportável, o computador… nem por isso! :/

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Combinámos então que depois da visita, eu voltaria à guesthouse e continuaríamos juntos a ver a cidade e os seus incontáveis templos (Wat). Depois de uma visita agradável mas não memorável, voltei à guesthouse e apanhei o Zhou, que não tinha aproveitado a minha ausência para fugir… 😛 a partir desse momento, relaxei mentalmente e decidi confiar nele a 100%. 🙂

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Seguimos pelas agradáveis ruas de Prabang, a vasculhar a melhor taxa de câmbio para os dólares do Zhou e entrar em quase todos os templos que encontrávamos. Chegámos então ao Wat Xieng Thong – templo da cidade dourada – e como se tinha que pagar o Zhou manteve-se fiel à sua filosofia económica e não entrou. As surpresas começaram logo à entrada, pois na bilheteira encontrei um lady boy e fiquei admirado, pois não esperava encontrar um Laos tão aberto relativamente a esta questão, mas… ao que parece é uma questão cultural e novamente fui relembrado que os países são como as pessoas, todos diferentes. 🙂 Já dentro do templo, maravilhei-me com os seus telhados, com as suas figuras desenhadas com vidros coloridos, com os seus dourados e misturas de cores, com os trajes açafrão e laranja dos monges e no final fui presenteado com a oportunidade de falar com um noviço e aspirante a monge. 😉

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Fotografias Made in Nanquim

Palácio Presidencial

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Biblioteca de Nanquim

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Área cénica de ZhongShan

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