Uma Geografia. Uma Fotografia: Singkwang

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Em Singkawang encontrei-me com Supriadi, um professor de inglês e se inicialmente, contava ficar três dias, acabei por ficar uma semana! E quais os motivos que me levaram a ficar? O calor humano, o carinho e a amizade com que fui recebido, por aquelas pessoas maravilhosas. Durante aqueles dias, que vivi verdadeiramente na cidade, recordo especialmente vários momentos: os instrumentos de música tradicional – Dayak – que vi e que ajudei a pintar; os longos serões que passei a jogar PES 2013 e a conversar; as vezes que fui ao mercado com Teti e que cozinhei com ela; os muitos cafés e cappucino´s deliciosos que bebi; mas principalmente, o facto de me ter tornado um “guru da motivação”, quando ao visitar várias escolas, tentei deixar os alunos com vontade de aprenderem inglês. Em Singkawang fui verdadeiramente FELIZ! E aceitei de vez, o facto de visitar poucos locais em Kalimantan, mas ter experiências que valem-se realmente a pena!

Sabedoria de Viagem de Robert Louis Stevenson II

Ali jazem frequentemente dispersas diferentes extensões de tronco petrificado (…) É muito curioso, claro, e bastante antigo, se isso fosse tudo. Sem dúvida, o coração de geólogo bate mais depressa perante esta visão; mas, por mim, fiquei fortemente impassível. O passeio turístico é a arte do desapontamento.

Robert Louis Stevenson in, The Silverado Squatters

Uma “Geografia”. Uma Fotografia: Hong Kong

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Em Hong Kong – pode encontrar mais aqui – tive uma visita fascinante e vibrante, e esta foi a única “geografia” da odisseia asiática que teve um antes, um depois e no meio a palavra Portugal.

Sabedoria de Viagem de Robert Louis Stevenson

Pela minha parte, não viajo para ir a parte nenhuma, mas para ir. Viajo pela viagem. A grande questão é mover-me; sentir as necessidades e as dificuldades da nossa vida um pouco mais de perto, sair deste leito de penas da civilização e descobrir o globo de granito sob os pés e juncado de pedras cortantes.

Robert Louis Stevenson in, Travels with a Donkey in the Cévennes (1879)

Sabedoria de Viagem de Sir Francis Galton II

Vantagens da Viagem. – Não é pequena  vantagem para um jovem ter a oportunidade de distinção que a viagem proporciona. Se planear a sua viagem por cenários e locais com probabilidades de interessarem ao público que fica em casa, provavelmente conseguirá uma reputação que pode muito bem ser invejado por homens mais sábios que não tiveram as suas oportunidades.

Sir Francis Galton

Uma “Geografia”. Uma Fotografia: Chongqing

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Na metrópole de Chongqing – pode encontrar mais aqui – apanhei um barco para navegar no grande Yangtze. Porém, antes de embarcar aproveitei o cinzento dia para deambular pelas suas ruas, avenidas e templos.

Sabedoria de Viagem de Sir Francis Galton

Os homens poderosos não dão necessariamente os viajantes mais eminentes; são antes aqueles que têm mais interesse na sua obra que têm mais êxito; como diz o caçador, «é o nariz que dá velocidade ao cão».

Sir Francis Galton

Sabedoria de Viagem de Samuel Johnson II

A importância de ver mais com os próprios olhos

Ocorrerá muito prontamente que essa uniformidade da aridez proporciona muito pouco divertimento ao viajante; que é fácil estar em casa a imaginar rochas e mato, e quedas de água; e que essas jornadas são esforços inúteis que não impregnam a imaginação nem alargam o entendimento […] mas também é verdade que essas ideias são sempre incompletas e que pelo menos até as termos comparado com a realidade não as reconhecemos como justas. À medida que vemos mais coisas, tornamo-nos possuidores de mais certezas e consequentemente adquirimos mais princípios de raciocínio e descobrimos uma base mais ampla de analogia.

Samuel Johnson in, Journey to the Western Islands of Scotland

Sabedoria de Viagem de Samuel Johnson

Na viagem; um homem tem de levar consigo saber, se quer trazer saber.

Samuel Johnson in, James Boswell, Life of Johnson

Sabedoria de Viagem de Henry Fielding II

Para fazer de um viajante uma companhia agradável para um homem sensato, é necessário não só que ele tenha visto muita coisa mas também que tenha feito vista grossa a muito do que viu. A natureza, tal como um grande génio, nem sempre é admirável nas suas produções e, por isso, o viajante, a que se pode chamar comentador, não deve estar à espera de encontrar em toda a parte assuntos em que valha a pena reparar.

Henry Fielding in, Voyage to Lisbon (1755)