Uma “Geografia”. Uma Fotografia: Phonsavanh

Phonsavan_BlogNos arredores de Phonsavanh – pode encontrar mais aqui – visitei os campos arqueológicos da misteriosa planície dos Jarros e na companhia de Zhou vivi momentos insólitos, inúmeras aventuras e “voei” qual uma graciosa águia.

Pedalando em Phonsavanh

Ato VI – Sítios número 2 & 3. A Surrealidade Continua

Após este percalço seguimos viagem e às sete e pouco avistámos a placa que anunciava “Plain of Jars Site 3”. Desmontámos das bicicletas, prendemo-las e seguimos a pé por um trilho que nos conduziu por um arrozal adentro até nos depararmos com o local arqueológico propriamente dito no topo de uma colina verdejante. Os jarros estavam dispostos no meio de árvores, havia vacas a pastar no meio deles e a paisagem circundante era magnífica: céu azul, nuvens cinza e prata, campos, colinas e montanhas verdejantes alternando o verde escuro com o verde claro e alguns retalhos castanhos! 🙂

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Depois da visita, decidimos aproveitar e tomar o pequeno almoço num pequeno “tasco” colado ao local arqueológico e quando já estávamos à mesa, apareceu então o porteiro, que nos vendeu o bilhete do local que acabáramos de visitar! Surreal! 😛 Já com a barriguita mais composta, seguimos viagem para o sítio arqueológico número 2 e o único que nos faltava, para darmos por concluída a nossa visita à Planície dos Jarros e regressarmos a Phonsavanh.

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O caminho que uniu o sítio número dois ao número três não foi o mais espetacular mas ainda deu para passar por uma manada de vacas que estava no meio da estrada, ter de desmontar várias vezes da bicicleta, ver arrozais e aldeias e visitar a cascata de Tad Lang que foi uma desilusão. Eram quase dez da manhã quando literalmente pulei a cerca para entrar no sítio arqueológico número dois, pois mesmo pagando bilhete esta era a única forma de entrar! Eu já disse que este local é surreal, não disse? 🙂

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Desta feita fiz a visita sozinho, pois o Zhou já estava cansado e depois de subir uma “escadaria” de tijolo e terra, cheguei ao topo de uma colina onde encontrei o menor número de jarros, mas os mais bizarros, com árvores a brotar literalmente do seu interior. O que se via era um jarro já completamente partido ao meio, ou em mais bocados devido à pressão exercida pelo tronco da árvore. 🙂 Na segunda colina, deste local deparei-me com mais uns jarros no meio da relva verde e de algumas árvores, mas principalmente, deleitei-me com a paisagem que se avistava do local: rios, campos, montanhas e colinas, mosaicos de arrozais, ilhas de múltiplos verdes, enfim uma belíssima panorâmica na despedida, deste local mágico que é a planície dos Jarros. 😀

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Pedalando em Phonsavanh

Ato V – O Kiri também Voa

A estrada onde pedalávamos estava em boas condições, mas as rampas inclinadas e a impossibilidade de pormos mudanças, fazia com que existissem momentos em que tivéssemos que desmontar das “biclas” e levá-las pela mão colina acima. O facto positivo é que depois das subidas, geralmente seguiam-se descidas e foi numa delas que voei qual super-homem. 😛 Mas vamos aos factos…


Depois da compra de dois ananases e quase no final de uma mega descida, seguia montado na bicla, quando ouvi um pequeno ruído metálico e senti a roda da frente a ficar ligeiramente presa. Quando olhei para perceber o motivo, já era tarde demais! :/ A roda dianteira bloqueou completamente enquanto a traseira continuou a girar. O resultado foi a bicicleta empinar bruscamente para a frente, qual uma égua selvagem e catapultar-me – nesse momento pensei: “ Ai, F#$@-$%! Já foste!” – por cima da bicicleta, fazendo-me aterrar violentamente de peito num dos ananases. Prostrado e com a face colada ao solo, estive aproximadamente dois minutos, porém esse tempo esticou e pareceu uma eternidade. Nessa altura, pensei: “Que tralho FDP! Espero não ter nada partido”.

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Finalmente, levantei-me e pus-me a observar os estragos causados no impacto: pára-sol da máquina fotográfica partido em dois, um dos ananases esmagado – o outro sobreviveu – a mão direita sangrava e o pulso esquerdo tinha escoriações. A T-shirt cinzenta/creme e os calções estavam sujos de terra e por fim a bicicleta ficou com a roda da frente praticamente bloqueada. Depois de a observar, percebi finalmente, o que aconteceu. O barulho metálico que ouvi, foi causado pelos parafusos que prendiam o cesto que caíram e isso provocou uma reação em cadeia:  o cesto descaiu, pressionou o guarda-lamas contra a roda, esta parou de girar e… PUM, CATRAPUM! Kiri a voar, mas sem se magoar… muito! 😛

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Nessa altura, o Zhou não estava no horizonte e fui andando com a bicicleta pela mão até uma casa, onde por gestos consegui comunicar e lavar o sangue da ferida da mão direita. Para além disso e por sorte em frente da casa, estava uma carrinha de uma oficina e ao mostrar a bicicleta ao mecânico, este resolveu-me o problema com um sorriso na face… 🙂

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Voltei a montar a bicla e quando cheguei ao pé do Zhou – que me aguardava numa curva mais adiante – estava bastante irritado pois não conseguia perceber porque é que ele não tinha voltado atrás para me ajudar. Foi então que ele me explicou que não tinha visto nada pois já estava muito para a frente do local, onde voei qual águia imperial… 😛

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Pedalando em Phonsavanh

Ato IV – Tempestade e Nascer do dia

Já de volta ao mercado, estacionámos, prendemos as bicicletas uma à outra e à mesa e preparámo-nos para dormir. Nessa altura chovia torrencialmente, o céu estava a ser rasgado por raios enormes e eu pensava que aquela tempestade ia ser a nossa proteção e que o cretino mor não ia aparecer mais, naquela noite abençoada pela chuva e pela luz do céu. 🙂

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Quando nos deitámos eram cerca de 21.00 e antes de o fazer forrei-me ao máximo com toda a roupa que trazia na mala: meias, transformei os calções em calças, softshell, bonnie – para proteger a cabeça e as orelhas da mosquitagem; pus por cima de mim o lençol de seda e a almofada insuflável no pescoço; prendi a mala ao meu braço e adormeci no meio das trevas – pois nessa altura, a aldeia estava sem eletricidade – embalado pelo doce som da chuva torrencial e dos trovões.

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Ao longo da noite fui acordando e adormecendo, não conseguia ter um sono sereno e continuado, talvez fruto da preocupação inconsciente com a bagagem e fruto do frio da noite que criava um ambiente desconfortável. Seriam talvez 1.00 quando acordei com o som de relinchos e ao abrir os olhos o mercado tinha sido invadido por cavalos, que se quiseram abrigar da tempestade, da chuva torrencial e dos raios que cruzavam o céu. Ou melhor dizendo, vultos e sombras com formas de cavalos, em que o seu som -relinchos, cascos a bater no solo… – era a única coisa que os desligava do mundo dos espetros e das trevas. Voltei a adormecer e por volta das 4.30 acordei com o som de badalos e mugidos, desta feita o mercado fora invadido por espetros de vacas que apenas voltaram a ganhar corpo e densidade quando o relógio avançou e o dia começou a vencer a noite. 😉 Às 5.00 levantámo-nos, arrumámos a bagagem e seguimos viagem, afinal já tínhamos luz suficiente para continuarmos a pedalar e não queríamos mais encontros imediatos do décimo segundo grau com o cretino mor & Lda. 😉

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O início do dia foi algo de maravilhoso e um dos momentos altos do Laos! 😀 A saber: um céu cheio de nuvens densas que reflectiam as múltiplas cores do nascer do astro rei, as verdíssimas montanhas e colinas circundantes, as plantações de arroz, os campos cheios de água, os búfalos, os reflexos do céu na água, a estrada de argila castanha transformada numa estrada dourada… a experiência de pedalar ao longo de tanta beleza foi de tal modo gratificante que senti que se o dia  acabasse naquele instante já teria valido a pena vivê-lo… 😀

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Pedalando em Phonsavanh

Ato III – Phonsavanh, Phonsavanh, Phonsavanh…

Vindo das trevas, o nativo atravessou-se à nossa frente, parou a lambreta no meio da estrada e abriu os braços para pararmos. Nós parámos e ele começou a gritar: “Phonsavanh, Phonsavanh, Phonsavanh…” qual um disco riscado e a acenar com o dedo nessa direção. :/ Percebemos que ele queria que voltássemos para trás e fruto da sua agressividade, apesar de contrariados, começámos a pedalar em direção da aldeia. Ele montou a lambreta, seguiu-nos durante um bocado a poucos metros de distância e assim que reentrámos na aldeia ele virou para uma casa e nós seguimos devagar a “discutir” as nossas opções, comigo a praguejar: “Filho da P&%@! Já viste aquele c”$#%zinho de &$#£@?” e nisto demos de caras com o que parecia ser a nossa solução, a área de um mercado, com um telheiro gigante e com mesas de madeira a servir de bancadas de venda. Perfeito! 🙂 Estacionámos as bicicletas e prendemo-las com um cadeado. Nos entretantos fomos aliviar o peso das bexigas e sentámo-nos nas mesas prontos a descansar, quando…

Vimos a luz da lambreta e o nosso amigo a dirigir-se na nossa direção. “Ai a &$#£@, ãh! Marcação cerrada!?” :/ Assim que chegou recomeçou: “Phonsavanh, Phonsavanh, Phonsavanh…” e eu com a mão a acenar para ele ter calma e em inglês: “Yes, Yes… We go.. After. Now we need to rest”. Uns minutos depois ele voltou a montar na lambreta e desapareceu, mas foi sol de pouca dura, porque quase imediatamente voltou com o seu amigo tradutor. Este tentou dissuadir-nos de dormirmos ali: “Cuidado com a vossa segurança. Ai os assaltos. Ai os mosquitos. Vocês têm de ter cuidado, convosco” e eu a responder-lhe: “O Laos é um país muito seguro e com pessoas muito afáveis. Muito obrigado pela vossa preocupação. Não se preocupem que nós temos repelente. E nós vamos voltar a Phonsavanh, claro! Mas agora estamos a repousar e para além disso o Zhou, o meu amigo, tem medo de trovoadas”. 😛 Tudo isto com um sorriso irónico estampado. Entretanto apareceu um nativo mais velho a falar francês e embriagado, ao qual eu cravei um cigarro e ouvi durante cinco minutos, até ele desaparecer do mercado e da equação. 😛

Passados poucos minutos os nossos amigos começaram a falar em polícia e que tínhamos de sair dali porque podíamos ir presos ao que lhes respondi que se a polícia nos desse boleia para Phonsavanh sairíamos dali com todo o prazer. De outro modo, impossível, porque estávamos muito cansados. Voltaram a desaparecer e eu nesta altura só me ria e dizia ao Zhou: “Mas esta &$#£@ não acaba? Ai santa de paciência!” e claro que quem aparece e desaparece tantas vezes, não pode deixar a estória morrer aqui. Quando voltaram, traziam consigo um telefone portátil com eles. “Oh diabo! Mas para que raio querem aquilo?”, enquanto falava com o amigo tradutor, que entretanto já sabia tratar-se do professor da escola da aldeia – bem pelo menos foi o que ele disse – o cretino mor começou a falar em alta voz e pareceu-me que estava ao telefone com uma telefonista ou operadora de linha.

Quando o telefonema acabou fizeram-nos sinal para os seguirmos e o “professor” explicou-me que íamos ficar no centro de turismo, ao que respondi que não tinha nenhum problema com isso. Durante o trajeto, o “professor” desapareceu e nós seguimos o cretino mor até ao “centro”, estacionámos as bicicletas e ficámos sentados debaixo do telheiro. Nesse período, saiu de dentro do edifício um idiotazito a gritar-nos Phonsavanh e a enxotar-nos até que apareceu o cretino mor a fazer sinal que as bicicletas tinham de pagar “parque”. Eu no telemóvel pûs 5000 kip (0.50€) e mostrei-lhe, ele apagou o valor e pôs 3.000.000 kip (300€). Nessa altura não me contive e ri-me na cara dele, aquela era a confirmação que eu esperara a noite toda, o cretino mor não passava de um palhaço corrupto à procura de dinheiro. Nessa altura o pouco respeito que já lhe tinha desapareceu por completo.

Eu e o Zhou levantámo-nos e ele perguntou: “Phonsavanh?” e eu disse: “Sim. Sim. Phonsavanh”. Começámos a pedalar, com o cretino mor na nossa roda traseira e perguntei ao Zhou se íamos encenar a despedida ou se íamos diretamente para o mercado. A resposta foi-me dada, quando ao passarmos pelo mercado o Zhou cortou bruscamente para lá e eu segui na sua roda, enquanto o cretino mor, parado na estrada gritava de braços abertos: “Phonsavanh, Phonsavanh, Phonsavanh…” e eu a dizer para mim próprio: “Sim… sim… Phonsavanh…”     

Pedalando em Phonsavanh

Ato II – A Rota Certa e o Insólito

Depois da nossa visita, voltámos a pegar nos nossos corcéis de metal, seguimos viagem e já numa estrada de alcatrão, após uma dança mortal entre galos e meia hora de circulação percebemos que tínhamos estado a tarde inteira em estradas erradas! Pois nessa altura começámos a ver indicações turísticas sobre a planície dos Jarros. Ups! Desculpa Laos, fui precipitado na minha análise anterior. 🙂

IMG_7810 (FILEminimizer)Finalmente e já na rota certa, continuámos a pedalar e por volta das 17.00 entrámos numa estrada de terra batida que nos levaria aos outros dois locais que queríamos visitar. A paisagem era um misto de arrozais, campos verdes, lagos e charcos, pastagens, alguns montes e colinas, o céu estava azul e havia nuvens cheias de densidade, textura e reflexos que se assemelhavam a um arco-íris. 🙂 A estrada por sua vez era um misto de terra argilosa e lamacenta, zonas cheias de pó e pedras. O pôr do sol foi visto quando parámos para comer os poucos mantimentos que carregávamos connosco e nos sentámos na erva de frente para um mini lago muito perto da estrada.

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Enquanto comíamos o insólito começou, primeiro lentamente com o aparecimento de um nativo que parou a sua motorizada junto das nossas bicicletas e se dirigiu a nós a falar em Laosiano. Nós acenámos que não com a cabeça, que não percebíamos nada do que ele dizia e passados cinco minutos, foi-se embora. Após dez minutos o nativo estava de volta, com um companheiro que começou a servir de tradutor. Os rostos eram amigáveis e começaram a fazer perguntas: De onde éramos? Para onde íamos? Onde íamos ficar a dormir? Nós lá fomos respondendo com naturalidade, mas aos poucos e poucos eu que já no primeiro momento não tinha gostado muito do nativo, comecei a ficar desconfiado e assim que acabámos de comer disse ao Zhou para seguirmos viagem. Montámos as bicicletas e fruto da minha desconfiança ficámos à espera que eles arrancassem primeiro. Esperámos durante cinco minutos e como eles não arrancaram, arrancámos nós. O ambiente era estranho e pouco claro e pedalámos muito lentamente para ver a reação deles.

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Passados mais dois ou três minutos eles aceleraram a lambreta, passaram por nós e desapareceram da nossa vista. Aleluia! 🙂 Continuámos a pedalar, agora já com um ritmo normal e em menos de dez minutos estávamos a entrar numa pequena aldeia. Nessa altura víamos no céu, de tempos a tempos a luz de relâmpagos e decidimos falar com alguém para nos abrigarmos nalgum telheiro e aí ficarmos a dormir. Parámos e tentámos falar com os donos de um pequeno restaurante, mas eles não nos compreenderam e continuámos a pedalar até sairmos da aldeia e, no cruzamento que dava acesso aos sítios 2 e 3, o insólito absoluto aconteceu…

Pedalando em Phonsavanh

Ato I – A Desorientação e o Sítio número 1

Partimos de Phonsavanh pedalando em direção à planície dos Jarros, seguindo a N7 para Oeste. Ao sairmos da cidade passámos pela estação de autocarros Norte para verificarmos os horários para Vang Vieng, mas a estação estava… deserta!

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À medida que pedalávamos, tentávamos encontrar indicações na estrada, mas como não víamos nada fomos perguntando às pessoas o caminho para Xieng Khuang. Enveredámos então por uma estrada de terra batida, mas que se notava perfeitamente estar em construção – fase de terraplanagem – e com a companhia de um céu azul, das nuvens e do sol fomos apreciando a vastidão da paisagem, o silêncio e eu ia pensando que só no Laos mesmo, um caminho para um destino turístico não ter indicações absolutamente nenhumas. 😛

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Pedalámos até encontrarmos casas e, após umas deambulações nas redondezas  – uma hora para trás e para a frente – e de termos perguntado muitas vezes por Xieng Khuang e qual a sua direção, lá demos com uma placa que indicava: Plain of Jars → 500 m. Seguimos a estrada e passadas três horas de sairmos de Phonsavanh estávamos finalmente na entrada do Sítio número 1. 😛 Nessa altura pensei que mesmo que não visse mais nenhum local, pelo menos aquele ninguém mo tirava, bem como a estória para lá chegar. 😉

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Este sítio, que se encontra completamente desminado, é o maior e o mais vasto de todos os locais arqueológicos abertos ao público – área de vinte e cinco hectares, trezentos e trinta e quatro jarros entre os quais o maior deles tem um diâmetro de dois metros e meio e dois metros e cinquenta e sete centímetros de altura! – e é um local distinto, com um carácter muito particular e surreal. 🙂 Os jarros brotam do solo quais flores de pedra e os mais bem conservados têm tendência para ter água no seu interior. A paisagem é verde, cheia de erva, algumas árvores, campos de cultivo à volta, vêem-se crateras de bombardeamentos que entretanto estão cobertas de vegetação, montes, alguns charcos… um misto de pedra e vegetação que se funde, que se mescla, que se complementa. Estranho! Belo! 😀

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P.S. – Mas o que são os Jarros?