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Uma “Geografia”. Uma Fotografia: Khao Yai

KhaoYai_BlogNo parque natural de Khao Yai – pode encontrar mais aqui – penetrei pela primeira vez num ambiente de selva, encontrando um ambiente extremamente húmido, uma vegetação verde e densa, chuvas torrenciais, cascatas de águas barrentas, várias espécies de pássaros, macacos, incontáveis e saltitantes sanguessugas, veados, um crocodilo, um furão e um elefante no meio da folhagem.

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Uma “Geografia”. Uma Fotografia: Chiang Mai

ChiangMai_BlogNa dourada capital do norte, Chiang Mai – pode encontrar mais aqui – experienciei vários momentos inesquecíveis: a visita ao reino dos tigres; o primeiro encontro com a maravilhosa gastronomia tailandesa e a aula de culinária; o reencontro com Sam; o loop de scotter em redor da cidade na companhia de Kristian; mas principalmente, foi aí que recebi a visita de M. com quem visitei os múltiplos e ricos templos da cidade, onde tudo brilha e reluz como o ouro. Bem vindos à face rica da Tailândia.

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Uma “Geografia”. Uma Fotografia: Nong Khiaw

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Na pequena vila ribeirinha de Nong Khiaw – pode encontrar mais aquifiz travessias de barco no rio Nam Ou, visitei uma gruta histórica dos tempos da Guerra do Vietname, esperei durante hoooooras por uma boleia que nunca se concretizou e fui polícia sinaleiro de pintainhos.

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Uma “Geografia”. Uma Fotografia: Beihai

Beihai_BlogNa cidade de Beihai – pode encontrar mais aqui – conheci pessoas extraordinárias que me proporcionaram um dos dias e uma das noites mais memoráveis de todo o país. E como se isso não bastasse, deparei-me com graaaaaaandes aranhas e destilei na bonita e escaldante Praia da prata.

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Fotografia

Uma “Geografia”. Uma Fotografia: Lijiang

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Na cidade antiga de Lijiang e um dos locais que melhor nos transporta de volta aos tempos da China clássica – pode encontrar mais aqui – para além de turistas chineses às “pazadas”, ruas minadas de hostels, bares, cafés, restaurantes e lojas de comércio… felizmente também pude observar pequenos canais, múltiplas pontes, casas antigas, flores, frondosas árvores e este belo e altivo galo.

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Fotografia

Uma “Geografia”. Uma Fotografia: Emeishan

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Na ascensão até ao topo da montanha Emei, a minha estreia acima dos três mil metros, o nevoeiro foi uma constante e na descida houve um encontro do “décimo segundo” grau com macacos agressivos. Na fotografia pode observar-se o templo existente no Jin Ding – Pico Dourado – envolto num manto branco  pode encontrar mais aqui.

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Fotografia

Uma “Geografia”. Uma Fotografia: Chengdu

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Na megalópole de Chengdu  pode encontrar mais aqui – o grande destaque vai para o centro de proteção dos pandas, onde se observa esta espécie em vias de extinção. Na fotografia estão retratadas duas adoráveis crias, no ramo de uma árvore.

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Crónicas Fotografia Reflexões

Na “Terra do Bacalhau”

A caminho da Terra do Bacalhau e dos Vikings, saí pela primeira vez de terras lusas – que segundo os Romanos são: “terras de um povo que não se governa nem se deixa governar” – com o objetivo primordial de procurar trabalho. Durante a travessia aérea, senti-me expetante, ansioso e receoso com a possibilidade de não o conseguir encontrar, mas simultaneamente esperançoso que a realidade dependesse apenas de mim e da minha abordagem. Como fui aprendendo ao longo da minha odisseia asiática, não vale a pena sofrer por antecipação, por isso o melhor era tentar manter-me otimista e rodeado de pensamentos POSITIVOS. O NÃO estaria sempre garantido, por isso o objetivo passaria por ser o mais proativo possível e ter a noção que existiam múltiplos caminhos para a felicidade. Não havia que fechar portas, pois nunca sabemos até onde estas nos podem conduzir.

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Na Noruega fiquei o mesmo período que Cristo jejuou no deserto e durante esse tempo, para além de ter perdido a ilusão de ser contratado por uma empresa de Petróleo e Gás – mercado em rota descendente – percebi que até os trabalhos não qualificados – limpezas, restauração… sem conhecimentos de norueguês são difíceis de obter, ainda para mais numa cidade relativamente pequena como Kongsberg. A partir daí tudo se complicou e entrei num ciclo vicioso e circular: Língua – Trabalho/Emprego – €  sem conhecimentos da língua, não se consegue encontrar trabalho, sem este não há dinheiro e sem o último também não se consegue frequentar cursos para aprender a língua. :/

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No país experienciei as quatro estações, observando dias cinzentos e pardacentos – a larga maioria – dias de sol radioso e dias de neve; senti no metabolismo os efeitos da reduzida luz solar – sonolência, inércia, ligeira melancolia – devido à latitude, existe um aumento da inclinação dos raios solares, que no período de Inverno se traduz em dias curtos e noites longas; conheci calorosas pessoas com especial destaque para o Paulo, a Vera, o Leandro, o Marcin e o Anders, o Renato, os trainee, o Joãozinho e o Daniel; vivi e visitei Kongsberg e os seus agradáveis arredores – verdes florestas de altíssimos e antigos pinheiros, colinas e montes rochosos, rios e lagos cor de azeviche – a cidade costeira de Sandefjord, lar do interessante museu das Baleias, e a agradável e tranquila capital Oslo onde destaco a zona portuária de Aker Brygge e a Opera House, que mais se assemelha a um massivo iceberg. 🙂

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A Noruega, é um país de natureza, topografia acidentada, fracamente povoado e depois de lá ter estado, tenho a clara noção que apesar dos preços serem globalmente elevadíssimos – transportes, restauração, alojamento… -, a partir do momento que se arranjar trabalho, haverá sempre dinheiro para viver. Sendo um país que proporciona aos seus habitantes, uma excelente qualidade de vida! Para resumir a minha estadia, afirmo que apesar da busca de emprego/trabalho se ter revelado infrutífera, gostei bastante da experiência e sei que quem conseguir emigrar para o país com sucesso, fará uma excelente aposta. 😀

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Para além disso, apercebi-me de alguns factos que podem ser resumidos numa ideia que gostaria que os meus conterranêos Lusos acreditassem: “Não somos inferiores aos povos nórdicos, em nada! Sendo tão trabalhadores ou bons vivants como eles. 🙂 A grande diferença, é que vivemos num modelo de sociedade que não funciona e eles não. Este fosso, é explicado pela palavra, CONFIANÇA. O grande problema do nosso país e outros países do sul da Europa, é que foi criada uma nuvem de desconfiança e suspeição generalizadas, que minam e corroem toda a estrutura da sociedade da base ao topo. Somos ensinados a desconfiar e acreditamos que quem falha – e todos falhamos – o faz propositadamente e por obscuros interesses pessoais, em vez de falhar por incompetência/desconhecimento. A realidade é que sendo levados à desconfiança, somos levados à corrupção, à descrença, à inabilidade de sonhar e de nos tornarmos melhores cidadãos, capazes de melhorar o nosso país.

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Crónicas Em trânsito Fotografia

Inle Days? Group Days

Ato II – A Bordo e a “Desbordo” 

No nosso primeiro dia realmente a “sério” em Inle, passeámos de barco todo o dia no lago e nos seus arredores. Primeiro, fizemos uma longa e serena travessia numa superfície de prata até à povoação de In Dein, onde encontrámos o mercado diário – no lago de Inle, todos os dias existe um mercado, a sua localização é que se vai alterando – e durante quarenta e cinco minutos vimos toda a sua azáfama e movimento, e apanhámos uma grande chuvada, que foi tão rápida a chegar como a partir. 🙂

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De regresso ao lago, fizemos as “famosas” paragens nas lojas dos artesãos locais, ao mesmo tempo que vimos a vida do local e dos seus habitantes a desfilar à nossa frente, tal como os frames de um filme. 🙂 Primeiro, parámos numa loja de tecelagem e vimos como da flor de lótus se extrai a fibra, que depois se transforma em linhas para tecer peças de roupa, lenços, toalhas… cada uma destas peças, tecida com a linha desta flor é caaaaaaaaaaaríssima – muito mais do que a seda – mas ao observar a sua textura crua e tosca, não pude deixar de me questionar: “quem comprará, estas peças!?”. De qualquer modo, as linhas de lótus podem ser combinadas com as linhas de seda e quando tal acontece, o seu aspeto visual torna-se muito mais apelativo e luxuoso. O destino seguinte, foi uma loja de prata, onde vimos o interessante processo de fundição e onde encontrámos um cãozito muito engraçado e traquinas! 😛

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Nova paragem, desta feita numa “fábrica” tradicional de tabaco onde comprei cem cigarros para levar como recuerdos para Portugal e felizmente essa foi a nossa última “loja” do dia! 😉 Na paragem para almoçar, conseguimos negociar o valor do repasto e depois da paparoca, ficámos lá um bocado deitados a dormitar. 😛 Quando voltámos a embarcar, partimos para o Mosteiro dos Gatos Saltitantes, onde encontrámos um bonito mosteiro e gatos sonolentos e preguiçosos. 😛 A verdade é que durante o resto do dia não fizemos mais paragens, exceto algures no meio do lago para um mergulho, mas mesmo assim o tempo passou num ápice e apenas regressámos à vila de Nyuang Shwe depois das cinco da tarde. 🙂

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Findado o passeio, regressámos ao barzito do dia anterior e antes de pedir algo, notei que me faltava o telemóvel. :/ Sem muita confiança, mas por descargo de consciência voltei ao cais para falar com o nosso barqueiro e antes de perguntar, já ele estava a acenar com o telemóvel na mão! Porreiro pá! 😀 Já mais animado, voltei à “base” e aí fiquei em amena cavaqueira durante o resto da tarde e príncipio da noite. Nessa altura e incrivelmente, passados algumas semanas e fruto do acaso, reencontrei Luke e Alexa  um casal de britânicos – que conhecera em Sugar Beach, Filipinas! O mundo é mesmo um T0! 😉

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Crónicas Fotografia Reflexões

Donsol. No Reino dos Butandings

Depois de me inscrever no centro de interação, fiquei à espera de pessoas para partilhar barco, mas desde logo fui avisado pelos diligentes funcionários que não era provável haver muita procura, uma vez que o festival do Butanding iria começar no dia seguinte. 🙂 Mas perguntará o caro leitor, afinal o que é o que é isso de Butanding!? Tenha calma. A explicação virá nas próximas linhas. 😉

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Sem opções relativamente ao motivo que me levou até àquela vila no Sul da ilha de Luzon, decidi passar a noite em Donsol e para minha felicidade, encontrei um resort muito agradável e com excelentes condições. Aí, passei um dia relaxado a apanhar banhos de sol, mergulhei alternadamente no mar e na piscina que mais parecia uma sopa :P, escaldei os pés na areia escura da praia, atualizei o caderno, aproveitei para ver o tranquilo e sereno pôr do sol, passeei vagarosamente, ponderei ficar mais uma noite na vila, escrevi para o blog, seleccionei fotografias para o Facebook e… jantei na praia, com as estrelas sobre a minha cabeça. 😀

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No segundo dia em Donsol, acordei às 5.30 e às 6.00 já estava no centro de interação para o início das festividades da semana do Butanding. Aí, assisti à missa vespertina, falei com nativos e fui convidado para seguir a bordo numa romaria marítima. 🙂 Nessa viagem, falei com Jay Ray sobre Oslob vS Donsol e sobre os magníficos tubarões baleia  butandings, na língua filipina. 😉 – Durante este passeio/romaria fiquei a saber que este era um dia especial, e como tal, não tinha que pagar barco, nem tão pouco alugar uma máscara com snorkel, uma vez que ele me arranjou uma de borla! Nesse momento, voltei a sentir-me, tal como em tantos outros momentos desta viagem, um verdadeiro felizardo! 😀

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Depois de regressarmos a terra, paguei a taxa ecológica/inscrição, fiz um pequeno compasso de espera e voltei a embarcar, desta feita para o tour dos tubarões baleia. 😀 Durante duas horas, andámos naquele mar azul em busca destes animais absolutamente incríveis e felizmente conseguimos encontrar um juvenil, de aproximadamente três metros, com quem mergulhámos sete vezes! Em Donsol, apesar de continuar a existir algum alarido à volta destes fantásticos seres, a experiência foi bastante mais natural do que em Oslob, uma vez que em aqui não há ofertas de comida para atrair estes gentis gigantes. 🙂 Apesar das imperfeições do sistema – tenho dúvidas que algum dia seja possível promover um que seja ideal! – existe o apoio da WWF e parece-me que apesar de tudo, o conceito resulta melhor que em Oslob. Desse modo, Donsol ficará simpaticamente guardada na minha memória como o reino dos Butadings. O reino dos tubarões baleia! 😀

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