Na antiga capital dourada de Luang Prabang e centro cultural do país – pode encontrar mais aqui – reencontrei o rio Mekong, assisti ao ritual matinal e diário dos monges açafrão, levei uma sova de uma bactéria e nas suas imediações visitei a cristalina cascata de Kuangsi.
Na pequeníssima e sonolenta vila de Muang Ngoi – pode encontrar mais aqui – e que parece já não ser deste século, regressei a um tempo em que praticamente tudo parou. Em redor da vila visitei uma gruta negra como breu e bonitos arrozais, vi pela primeira vez monges de vestes laranjas, comi divinalmente e… cheguei ao Paraíso.
Na pequena vila ribeirinha de Nong Khiaw – pode encontrar mais aqui – fiz travessias de barco no rio Nam Ou, visitei uma gruta histórica dos tempos da Guerra do Vietname, esperei durante hoooooras por uma boleia que nunca se concretizou e fui polícia sinaleiro de pintainhos.
Vindo da monumentalidade da China – pode encontrar mais aqui – chegar ao Laos e a Luang Nam Tha foi uma mudança de paradigma. Nos arredores da vila/cidade encontrei verdes arrozais, cidadãos simpáticos e afáveis, cascatas, nativos a banharem-se no rio, pequenas aldeias, estradas de terra e lama… e um silêncio bastante singular.
Ali jazem frequentemente dispersas diferentes extensões de tronco petrificado (…) É muito curioso, claro, e bastante antigo, se isso fosse tudo. Sem dúvida, o coração de geólogo bate mais depressa perante esta visão; mas, por mim, fiquei fortemente impassível. O passeio turístico é a arte do desapontamento.
Robert Louis Stevenson in, The Silverado Squatters
Na cidade de Beihai – pode encontrar mais aqui – conheci pessoas extraordinárias que me proporcionaram um dos dias e uma das noites mais memoráveis de todo o país. E como se isso não bastasse, deparei-me com graaaaaaandes aranhas e destilei na bonita e escaldante Praia da prata.
Na cidade de Haikou – pode encontrar mais aqui – encontrei a China das pessoas e do quotidiano ao invés da China turística, ficando com a certeza que aqui, a degradação é um exercício de estilo.
Uma “Geografia”. Uma Fotografia: Sanya
Na odisseia asiática, Sanya – pode encontrar mais aqui – marcou o meu primeiro encontro com o oceano, tanto de dia como de noite, mas principalmente foi aí que encontrei e conheci o Monsieur Didier, esse mago da Vida.
A norte da cidade de Guilin – pode encontrar mais aqui – tive a oportunidade de visitar os extraordinários terraços de arroz de Ping´ An onde encontrei visões do paraíso, comi divinalmente e tive encontros muito animados.





