Uma Geografia. Uma Fotografia: Mandalay

Mandalay, outra das capitais do reino da antiga Birmânia é mais uma cidade repleta de templos, mosteiros e pequenos detalhes de encher os olhos e a memória. Desde as múltiplas singularidades que existem nos numerosos templos da colina da cidade, e de onde se pode observar a cidade do alto, bem como os seus arredores: os verdes campos, os montes, as árvores, o rio, os templos, as estupas, as pagoda; o Palácio de Mandalay que é mais interessante no exterior, dada a dimensão do perímetro da sua muralha do que propriamente a zona turística interior que é minúscula e pouco interessante; o calor que se sentia nas ruas e que se colava à pele; a torre do relógio e o mercado de Zaycho; o templo de Maha Myat Muni, o mais importante e imponente da cidade, onde pude observar o contraste entre as incontáveis bancas de venda de quinquelharia e a zona dos artesãos que fabricam autênticas peças religiosas; o mosteiro de Shwe In Bin e a sua intricada estrutura exterior em madeira, verdadeiramente bela e singular;  o incessante movimento da cidade; e… o espetáculo semi burlesco e com uma enorme componente política e de resistência ao regime dos Mustache Brothters.

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