Em trânsito: Chongqing – Yichang. 40 horas no Yangtze

Ato II – Sábado? Loooongooooo dia…

O dia começou com a minha tentativa de ver nascer do sol, porém tal tentativa revelou-se infrutífera pois a neblina era de tal modo espessa que não se via uma réstia de sol. Aproveitei então para tomar o pequeno almoço e na exploração que fiz do barco percebi que havia quartos de seis pessoas – que eram mais baratos, mas que possivelmente quando comprei o meu bilhete já teriam esgotado – um refeitório/sala de refeições e uma zona para lavar a roupa.

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Durante o dia aproveitei para fazer uma higiene pessoal mais profunda e aproveitei para lavar o softshell que por esta altura já estava um bocado encardido. Organizei as fotografias tiradas em Kunming e Chongqing, atualizei o excel, escrevi no caderno e almocei. Ao longo do dia e recorrentemente fui olhando para a paisagem do Yangtze e tirando notas: a manhã esteve coberta de nevoeiro, que depois foi progressivamente levantando e a partir das 14.00 o sol despontou. Percorridos duzentos e trinta e nove quilómetros, as encostas dos montes à nossa volta parecem acentuadas e o largo rio dá a sensação de open space. 🙂 Há sempre uma neblina embrenhada no ar. Passei uma barreira e do topo vi a proa do barco (16.40). Sentei-me de pernas cruzadas, acompanhado de chá na minha garrafa XPTO – encontrada no viagem entre Kunming e Chongqing – da máquina fotográfica e do computador finalmente operacional. Vista desafogada. Caderno a ser atualizado em tempo real. Lembrar-me volta e meia da M. Estar deitado no convés quente e com o sol a bater-me na face – tempo muito agradável e soalheiro. Vi o pôr do sol e voltei ao quarto, onde jantei cedo.

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Durante e depois de jantar estive a conversar com os meus companheiros de camarata, fiquei a saber que todos andavam a viajar pelo seu país e fiquei encantado por ver pessoas tão ativas com aquela idade. 🙂 Quando passámos pela cidade de Yun Yuan vi a iluminação louca dos seus arranha-céus  – prédios que mudavam de padrões luminosos – da sua ponte e ao mesmo tempo dos múltiplos raios que rasgavam os céus e fiquei tal como em Chongqing com a forte sensação de estar a ver uma típica cidade asiática.

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