Uma Geografia. Uma Fotografia: Monte Bromo

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O meu primeiro primeiro encontro com o Monte Bromo ocorreu por volta das 4.00 no miradouro de Pananjakan – 2706 m – em que na chegada me deparei com uma espessa cortina de nevoeiro que cobria todo a paisagem. De qualquer modo e sem nada poder fazer acabei por não me “irritar” com a situação, afinal a natureza é soberana nos seus tempos. A realidade é que com um cenário inicial tão “negro”, as melhores expectativas foram largamente superadas, uma vez que a visibilidade apesar de imperfeita, permitia ver o imponente Gunung Semaru – 3676 m -, a enorme e larguíssima cratera do Bromo  – 2392 m -, o pico do Gunung Batok – 2440 m -, a bruma a correr velozmente no céu e a paisagem a alterar-se a cada segundo. Misterioso! Belo! A beleza do “mistério”! Depois de deixar o miradouro, parti para as proximidades da enooooooooorme cratera do vulcão Bromo. Quando cheguei ao local, já existiam inúmeros jeep´s estacionados na bela e desolada planície de areia negra, rodeada de montes verdes seco. Em alegre romaria rumei à cratera, juntamente com outros turistas que se deslocavam a pé ou a cavalo e subi os degrau que levavam ao topo. Aí, apesar do vulcão não ser muito elevado, encontrei uma cratera larguíssima e fumegante, e vi múltiplas dunas de areia negra. Os muito turistas que se encontravam em redor, ajudavam a perceber a grandiosidade e a dimensão da paisagem e quando me preparava para subir ao ponto mais elevado da cratera, o vento começou a soprar vapores sulfurosos, obrigando-me a voltar para trás, sendo relembrado pela natureza e pelos deuses do fogo, que um vulcão é isso mesmo… um vulcão! E não um parque de diversões montado, para belo prazer do ser humano.

3 Dias e 2 Noites no Tour do Vulcões

Ato I – O Monte Bromo e a Bruma

Em Surakarta, como previamente combinado, passou uma carrinha para me ir buscar e do primeiro dia do tour não há muito a dizer. Apenas, que fiz uma longa viagem de cerca de dez horas pelas estradas meio loucas da Indonésia, entre Surakarta e Ngadisiri (onde ficava o hotel Sion View, já nas imediações do vulcão Bromo e ao qual cheguei por volta das 21.00).

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Às 3.00 já estava acordado, à espera que passasse um jeep que me levasse até ao miradouro de Pananjakan (2706 m) e quando lá cheguei, depois de uma viagem bastante apertada e cheia de solavancos, encontrei um nevoeiro espesso que cobria todo a paisagem. “Oh diabo!” De qualquer modo, acabei por não ficar irritado com a situação, afinal a natureza é soberana e aguardei pelo nascer do dia.

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A verdade, é que com um cenário inicial tão “negro”, as minhas melhores expectativas foram largamente superadas! 😀 Uma vez que a visibilidade apesar de não ser perfeita, permitia ver o grande Gunung Semaru (3676 m), a enorme cratera do Bromo (2392 m), o pico do Gunung Batok (2440 m), a bruma a correr velozmente no céu e a paisagem a alterar-se a cada segundo. Misterioso! Belo! A beleza do “mistério”!

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Quando deixei o miradouro voltei a montar o jeep e parti para as proximidades da enooooooooorme cratera do Bromo. Quando chegámos, já existiam inúmeros jeep´s estacionados na bela e desolada planície de areia negra, com montes verdes seco em redor. Saí de dentro do veículo, partindo em alegre romaria rumo à cratera, juntamente com outros turistas que se deslocavam a pé ou a cavalo e subi os degrau que levavam ao topo.

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Aí, apesar do vulcão não ser muito alto, encontrei uma cratera larguíssima e fumegante, e vi múltiplas dunas de areia negra e belas! Os muito turistas que se encontravam no vulcão, ajudavam a perceber a grandiosidade e a dimensão da paisagem! E quando me preparava para subir ao ponto mais elevado da cratera, o vento começou a soprar vapores sulfurosos, obrigando-me a voltar para trás, sendo relembrado pela natureza e pelos deuses do fogo, que um vulcão é isso mesmo! Um vulcão! E não um parque de diversões montado, para nosso belo prazer.

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