Sabedoria de Viagem de Henry Fielding II

Para fazer de um viajante uma companhia agradável para um homem sensato, é necessário não só que ele tenha visto muita coisa mas também que tenha feito vista grossa a muito do que viu. A natureza, tal como um grande génio, nem sempre é admirável nas suas produções e, por isso, o viajante, a que se pode chamar comentador, não deve estar à espera de encontrar em toda a parte assuntos em que valha a pena reparar.

Henry Fielding in, Voyage to Lisbon (1755)

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