Bamboo Rafting

E agora vem a explicação pelo qual não pude ir até Shawan… 🙂 No dia anterior conheci no hostel dois alemães – Klaus e Julien – que me perguntaram se estaria interessado em juntar-me a eles e fazer um passeio no rio durante a tarde. Desse modo, marquei um compromisso na minha “agenda” ao qual não podia/queria falhar e todas as minhas movimentações neste dia foram condicionadas pelo “famoso” passeio de Bamboo Rafting, um dos ex-líbris do turismo da zona de Yangshuo. 😉

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Como estávamos todos prontos antes da hora marcada, os alemães resolveram antecipar a partida e olhando para trás, ainda bem que o fizeram, mas já lá vamos. Na vila apanhámos um carrinho turístico – tipo golfe, mas maiorzito – que nos transportou até Chaobshan e aí entrámos num barquito – a base assemelha-se a uma jangada feita com bambu, mas hoje em dia, de bambo só mesmo o nome! – que nos levou rio acima até Yangdin.

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Durante três horas, sensivelmente vimos o espetáculo natural que faz o turismo desta região carburar a todo o vapor e apesar do barulho incessante dos inúmeros barquitos – iguais uns aos outros – e de barcos maiores tipo cruzeiro, os nossos olhos vão-se deleitando com tudo o que vêem: o rio e as colinas/montes verdes espalhados por ambas as margens e senti-me privilegiado por poder visitar um local assim no nosso planeta, um local tão singular e único. 😀

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Durante o passeio, tirámos fotografias, conversámos, vimos noivos em sessões fotográficas, parámos numa pequena ilhota no meio do rio para apreciarmos a paisagem e na qual eles, exemplares alemães beberam a sua cerveja fresca, cumprimentámos outros turistas – chineses, não vimos mais ocidentais – e foram-me mostradas fotografias de terraços de arroz, a norte de Guilin que despertaram em mim o desejo instantâneo de lá ir – à semelhança da paisagem em redor de Yanghsuo e Xing Ping, a paisagem era de facto singular e única. O regresso foi mais rápido, pois desta feita navegámos a favor da corrente e quando chegámos a Chaobshan voltámos a apanhar o carrinho de “golfe” para Xing Ping e… no momento exato da chegada começou a chover torrencialmente, tal e qual uma chuva tropical, pura e bruta! Durante uma hora redondinha, os deuses das colinas fizeram o céu desabar sobre a vila e arredores, e consequentemente sobre as nossas cabeças. 🙂 Num derradeiro golpe de sorte ainda fui a tempo de salvar a roupa e o calçado que tinha posto a secar no terraço. Perfeito! 😉

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