Quando a Bota, não bate com a Perdigota

Quando cheguei a Chengdu dirigi-me à zona dos autocarros para apanhar o BUS número 57, como “mandavam” as indicações tiradas da Internet para chegar ao hostel, e qual não é o meu espanto quando começo a procurar e… não existe nenhum BUS número 57 (pelo menos naquele local). “Oh diabo! Começamos bem!” Com os caracteres chineses na mão dirigi-me a um rapaz e mostrei-lhe o papel e apesar dele não falar inglês lá percebeu o que eu queria. 🙂 Com uma rapidez super-sónica a comparar caracteres, indicou-me um autocarro que parava naquele local. Entrei e mostrei o papel ao motorista que acenou que sim com a cabeça.

Começamos a viagem, autocarro cheio e eu posicionado estrategicamente para sair quando recebesse sinal. O problema é que o tempo foi passando, passando, passando e nada…”Oh diabo! Mas o hostel é assim tão afastado do centro?”. Quarenta minutos depois já pensava: “Mal por mal, acho que já prefiro que se tenham esquecido de mim.” Uma hora depois o autocarro estancou já só comigo a bordo e nessa altura, dirigi-me ao motorista que olhou para mim e fez uma cara que dizia tudo: “Epá! Esqueci-me completamente de ti!” A moral da história é que tive de sair do autocarro, apanhar outro com o mesmo número mas com outro motorista e… voltar a pagar o bilhete! Tempo e dinheiro perdidos na chegada a Chengdu, capital da província dos Pandas.

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